MANAUS - O estado registrou queda na criação de empregos formais com carteira assinada em agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (14), 4.182 empregos celetistas foram criados no mês passado. O número está abaixo do registrado no mesmo período de 2010, quando 4.239 empregos foram criados.
Segundo dados do Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o índice do mês de agosto deste ano teve expansão de 0,99% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Tal resultado decorreu do crescimento do emprego principalmente nos setores da Indústria de Transformação (+2.458 postos), dos Serviços (+ 631 postos) e da Construção Civil (+ 585 postos).
De acordo com os dados do MTE, nos últimos 12 meses, o Amazonas foi responsável pela segunda maior geração de empregos da Região Norte, ao apresentar crescimento de 11,26% no nível de emprego ou +43.909 postos de trabalho. O resultado, em termos relativos, é o melhor para o período tanto na Região Norte quanto no país, e em termos absolutos, é o segundo melhor da região, menor obtido pelo estado do Pará.
Em todo o país, o Ministério do Trabalho e Emprego registrou a criação de 190.446 empregos formais em agosto deste ano. O número ficou abaixo do registrado no mesmo período de 2010, quando foram criados 299.415. Em julho, o país registrou a criação de cerca de 141 mil empregos formais. Em agosto deste ano, 1,63 milhão de pessoas foram demitidas e o total de admitidos chegou a 1,83 milhão. No acumulado do ano, 1,82 milhão de empregos formais foram criados, enquanto no mesmo período de 2010 foram gerados 1,95 milhão.
Em todo o país, o Ministério do Trabalho e Emprego registrou a criação de 190.446 empregos formais em agosto deste ano. O número ficou abaixo do registrado no mesmo período de 2010, quando foram criados 299.415. Em julho, o país registrou a criação de cerca de 141 mil empregos formais. Em agosto deste ano, 1,63 milhão de pessoas foram demitidas e o total de admitidos chegou a 1,83 milhão. No acumulado do ano, 1,82 milhão de empregos formais foram criados, enquanto no mesmo período de 2010 foram gerados 1,95 milhão.
Inicialmente, a meta do ministério para este ano era a geração de 3 milhões de postos com carteira assinada. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o resultado, no entanto, deverá ficar abaixo desse número. “Como não temos a dimensão de quanto vão ficar os empregos do setor público, não temos como reavaliar a meta. Acho que chegará a pouco menos de 3 milhões, mas só vou poder ter uma ideia melhor no próximo mês”, disse ele, em entrevista coletiva para a divulgação dos dados do Caged.

